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sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos