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queres um conselho que eu te dou Não mexas n isso...cala-te, Gaspar Que eu, cá por mim, bem sabes como eu sou, Mas é que outro talvez mande tirar Certidão de baptismo a teu avô.Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo, Á rosa envie o aroma E lá quando alta noite a lua assoma, O rouxinol carpindo Que pela face a lagrima resvale De quem no exilio geme E quando a propria sombra o homem teme, Que a mãi seu filho embale.

olhos só elles valem Duas estrellas, bem vês Pois vozes que a tua igualem Na doçura, na pureza, Na terra, não, com certeza Agora no céo, talvez.Não ha assim perfeição, Não ha nada tão perfeito, Mas é um grande defeito O de não ter coração.

Abraços, abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços, Foi essa a razão.Um dia que o alto Me vinha abraçar, Fiquei-lhe d um salto Suspensa no ar.Amores, amores.Deixál-os dizer Se Deus me deu flôres, Foi para as colher.Eu tenho um moreno, Tenho um de outra côr, Tenho um mais pequeno, Tenho outro maior.

bello tempo aquelle em quanto pude Levar, como tu levas, todo o dia N essa vida chamada ingrata e rude Nunca soube o que foi melancolia, Nunca provei as lagrimas salgadas Com que a nossa alma as penas allivia Andava sim por essas cumiadas Ao sol, á chuva, muita vez, sósinho, Vendo os valles, das rochas escarpadas Descendo pelo córrego estreitinho, De pontal em pontal, cortando o matto, Pelas chapadas, fóra de caminho Mas não era que já o teu retrato Me andasse a mim no coração impresso, Onde hoje o trago no maior recato, E um desengano teu que não mereço Me tivesse tirado a fé tão dôce D alcançar algum dia o que appeteço.

mysterio é tudo Folhinha d herva, e estrella, Não ha comprehendêl-a É contemplal-a mudo.E a herva, como existe, A mim quem m o diria, Se a luz que me alumia Nem sabe em que consiste Mas uma coisa sabe O que a cabeça ignora O coração.

não, a paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim, digo a verdade E nem eu te negava se assim fosse.É que a gente na sua mocidade Não cabe em si, não pára de contente, E assim fui eu na flôr da minha idade.Tu eras n esse tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres tão tenra ainda e innocente.

ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto, que me doía, Tal era a força do vento Já tudo tão pardacento A nevoa e chuva fazia Que eu olhava, mas dizia É nuvem ou penedia Aquelle vulto cinzento O mar brilhante algum dia Como prata luzidia Já ninguem o distinguia Da terra e do firmamento Uivar só é que se ouvia, Mas uivar sem sentimento E como em grande tormento Se desvaira a phantasia Fosse eu mar, disse valia Mais ser coisa bruta e fria, Como a rocha onde me sento.

mas vejo o que Não sou eu tão tola Que cáia em casar Mulher não é rola, Que tenha um só par Eu tenho um moreno, Tenho um de outra côr, Tenho um mais pequeno, Tenho outro maior.Que mal faz um beijo, Se apenas o dou Desfaz-se-me o pejo, E o gosto ficou Um d elles por graça Deu-me um, e depois, Gostei da chalaça, Paguei-lhe com dois.

Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha o gosto De te vêr já tão cedo trabalhando.Desde pela manhã até sol-posto Que não tens de descanço um só momento Por isso tens tão bella côr de rosto.E eu pallido, Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude, Esta imaginação é um tormento.

tanta mágoa.Senão, diga-me alguem que allivio é este Que sinto, quando á abobada celeste Alevanto os meus olhos rasos d agua.Mentem os céos tambem Os céos maldigo.Feras, tigres, tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo côam Veneno desleal em beijo amigo Mas na dôr é que os astros nos sorriem, E os homens não sorriem na desdita.

Pobre musgo, descuidado, Sem olhos para chorar, Sem poder alliviar Com seu pranto um desgraçado, Consolar-se e consolar Fallas mais a meu agrado Que o livro mais afamado D esses livros, que em lugar De nos dar consolação, Nos fazem cahir no chão Um pranto mal empregado, E inda mais amargurado Nos deixam o coração.

nuvem que nos passa Pela manhã nos ares, Era hontem a fumaça Que andava n esses mares E a nevoa, que tu vês Nas ondas fluctuantes, Corria-nos aos pés Talvez um dia antes.A agua é que no giro Em que anda eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente.

Deus sabe se eu dos montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes e risonhos dias meus, Se alguem vi mais em sonhos, que ella e Deus.Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha, se é do céo Se á terra a nuvem desce, quando vai Tocar-se-lhe, desfez-se como um ai.

trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca harmonia Occorre-me um pensamento, Que me dá uma pancada O coração de tal modo, Como se o rochedo todo Desandasse na chapada.Era a voz da consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia A razão com que me opprime.

tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos clara, É um momento e...passou.Não ha existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque o amor é, em summa, Essencia de todo o sêr.Ha sempre quem nos attráia.Mil vezes que a onda cáia, Ha uma rocha, uma praia Aonde a onda vai ter.

Has-de, cysne expirando alçar teu canto, Has-de lá quando a lua da montanha Te acene o extremo adeus, Voar, Candida ao céo, e ebria de encanto, No oceano d amor que as almas banha, Unir teu canto aos seus.Seus, d ellas, mãi e irmã, cinzas cobertas D um só jacto de terra.

Astros fio-me em vós, e Deus permitta Que os infelizes sempre em vós se fiem.Intima voz do fundo, bem do fundo D alma me diz e as lagrimas me saltam Vês os milhões de soes que o espaço esmaltam Pisa a terra a teus pés, inda ha mais mundo.Ha depois d esta vida inda outra vida.

andas já presentida D essa voz que te convida A encetar n esta vida Ai uma vida melhor...E em breve desenganada D essa existencia isolada, Darás n alma franca entrada A sentimentos de amor Como esse olhar é dôce Dôce da mesma sorte Como se nunca fosse Toldado pela morte Como se alumiasse O sol ainda em vida As rosas d essa face.

Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Com uma pá de ferro A terra que encontrou.Nem um só pé de trigo És lá capaz de vêr.Já eu disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento muito bem Serve-lhe de alavanca A rama que ellas tem.

andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos, que deixaste.Os vultos, que os vestidos Tão negros que pozeram, De luto, tão compridos, Não sei que ar lhes deram A tua bella irmã, A tua piedade, A rosa da manhã, A flôr da mocidade, Quem lhe diria a ella, Tão cheia de alegria, Que haviamos de vêl-a Assim já hoje em dia É esta vida um mar, E bem se póde a gente, Marina comparar A rapida corrente, Que vai de lado a lado Por esses valles fóra Sem nunca lhe ser dado Ter a menor demora.