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cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr