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admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas