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sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores