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linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha