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bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia