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Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores