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homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl