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tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada