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Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento