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Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho