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tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam