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tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado andas já presentida D essa voz que te convida A encetar diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos