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Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume