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Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar