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trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho