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breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr