Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa
  • bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta
  • Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão