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linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar andas já presentida D essa voz que te convida A encetar importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr