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Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia andas já presentida D essa voz que te convida A encetar intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre