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Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma andas já presentida D essa voz que te convida A encetar nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo