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prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa andas já presentida D essa voz que te convida A encetar bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís