Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso
  • abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho
  • Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima
  • pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha