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lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia andas já presentida D essa voz que te convida A encetar disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre