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consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre