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essas azas, estendida, Me tapavas tu todo, E d esse modo, Com esse escudo, Eu ria-me de tudo E levava esta vida alegremente.Tenho essa fé.Vejo tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente, Ir tão suavemente Levada pela agua Talvez até sem magua De deixar sua mãi.

Depois de mortos Hemos de vêr-nos, e um no outro absortos Fartar de glorias este amor tão triste. Tão triste, e o coração que me adivinha N este supplicio nosso este tormento Nunca dos labios teus minimo alento N um só beijo bebi em vida minha E morro sem te vêr Cabeça doida, Desasisado amor Sonhar afflicto Um sonho até morrer.

Depois é que o mundo falla E se mette com a vida De quem ás vezes se cala Por ser mais bem procedida.Que esta gente que faz gala Em coisa, que vê, contal-a, E sendo mal permittida Inda em cima acrescental-a, Teem a lingua comprida E bem deviam cortal-a.

intima influencia, Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia É minha eterna cruz.Podessem-te, ainda antes Do meu extremo adeus, Meus olhos fluctuantes Vêr lampejar nos céos.Se ainda n esse espaço, Tão longe onde tu vás, Visse um reflexo baço Da pura luz que dás Tornaram-se-me estrellas As lagrimas de dôr E lagrimas são ellas.

córrego acima, Subo á ponta do penedo Que a vida só quem a estima É que da morte tem medo.A mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima A tirar-nos do degredo, Que inda a gente se lastima De não acabar mais cedo.E alli sósinha chorando Me lembrava, ora a ventura Da minha infancia, inda quando Levava os dias brincando Ora a desgraça futura, Que me estava annunciando Não sei se a minha amargura, Se uma nuvem, grande e escura, Que se ia no ar formando E vinha já avançando, Como que á minha procura.

concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Elle que tão affavel, meigo e terno Te beija a ti a face E te embala no collo, Margarida A mim dar-me esta vida...Mas vejo á sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís e delicadas côres Que se o sol lhes chegasse Talvez que nem resquicios Lhes ficasse.

Peço perdão, commovi-me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia, Como um balsamo, uma essencia, Purificam-me e senti-me Com uma nova existencia.Ólho as nuvens esvaíam-se Os roncos do mar ouviam-se, Mas já mais de espaço a espaço.O sol ainda tão baço, De luz tão pouco brilhante, Que se media a compasso Como a cara d um gigante, Descobre-se e resplandece Ao longe o mar apparece E tudo, mar, terra e céos Tão formoso me parece, Como se agora tivesse Sahido das mãos de Deus No rochedo onde descança Meu corpo desfallecido, O verde musgo, vestido Sempre da côr da esperança, Agora reverdecido, Me ensina a ter confiança N esse que do céo nos lança Em dia tempestuoso, Só para nosso repouso O arco da alliança.

bello tempo aquelle em quanto pude Levar, como tu levas, todo o dia N essa vida chamada ingrata e rude Nunca soube o que foi melancolia, Nunca provei as lagrimas salgadas Com que a nossa alma as penas allivia Andava sim por essas cumiadas Ao sol, á chuva, muita vez, sósinho, Vendo os valles, das rochas escarpadas Descendo pelo córrego estreitinho, De pontal em pontal, cortando o matto, Pelas chapadas, fóra de caminho Mas não era que já o teu retrato Me andasse a mim no coração impresso, Onde hoje o trago no maior recato, E um desengano teu que não mereço Me tivesse tirado a fé tão dôce D alcançar algum dia o que appeteço.

ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto, que me doía, Tal era a força do vento Já tudo tão pardacento A nevoa e chuva fazia Que eu olhava, mas dizia É nuvem ou penedia Aquelle vulto cinzento O mar brilhante algum dia Como prata luzidia Já ninguem o distinguia Da terra e do firmamento Uivar só é que se ouvia, Mas uivar sem sentimento E como em grande tormento Se desvaira a phantasia Fosse eu mar, disse valia Mais ser coisa bruta e fria, Como a rocha onde me sento.

Sois feiticeira enfeitiçaes d amores.Enfeitiçaes que a formosura, crêde, Não vem da face avelludada e bella A formosura vem só d alma é d ella Que brota a fonte que nos mata a sêde.Vós sois velhinha, já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos prendam, Mas tendes prendas que o amor accendam, Tendes ainda no inverno.

cinza, em terra, em nada, Meu sêr converte, ó luz, Mas sempre, sempre amada, Deliciosa cruz Em fumo se vai tudo, amigo Olhando Para as nuvens do céo, nuvens d aquellas, E parece-me ainda que mais bellas, Anda a gente fazendo e desmanchando.Dá-me uma saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas, Por essa immensa abobada de estrellas, Por esse mar de fogo viajando.

admira a mim que o sol, monarcha De indisputavel throno, e throno eterno Em céo e terra e mar Que em seu imperio o mundo inteiro abarca Abaixe á pobre flôr seu dôce e terno, Mavioso olhar.Não me admira a mim que a crystallina, Tão pura, onda do mar, que espelha a face Do astro creador, Que essas asperas rochas cava e mina, Á praia toda languida se abrace E toda amor Mas sendo vós um sêr mais precioso Do que onda e sol um anjo de poesia Inspirada e que inspira Que ás minhas mãos, das vossas, tão mimoso, Delicado penhor descesse um dia É que me admira.

Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha o gosto De te vêr já tão cedo trabalhando.Desde pela manhã até sol-posto Que não tens de descanço um só momento Por isso tens tão bella côr de rosto.E eu pallido, Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude, Esta imaginação é um tormento.

Deus sabe se eu dos montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes e risonhos dias meus, Se alguem vi mais em sonhos, que ella e Deus.Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha, se é do céo Se á terra a nuvem desce, quando vai Tocar-se-lhe, desfez-se como um ai.

Abraços, abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços, Foi essa a razão.Um dia que o alto Me vinha abraçar, Fiquei-lhe d um salto Suspensa no ar.Amores, amores.Deixál-os dizer Se Deus me deu flôres, Foi para as colher.Eu tenho um moreno, Tenho um de outra côr, Tenho um mais pequeno, Tenho outro maior.

reduz a nada um grão d arêa, E havia de a nossa alma, a nossa idêa Nas ruinas do pó ficar perdida Isso que pensa e quer até me admiro, Isso que a luz nos traz, que a luz nos leva, Isso que me abre o céo que ao céo me eleva N um teu cançado olhar, n um teu suspiro Onde, não sei eu bem, mas sei que existe Deus remunerador.

Depois a rosa em abrindo Vai-se-lhe o cheiro tambem A tua bocca em te rindo Só o bom cheiro que exhala...E quando fallas, a falla, Isso é que a rosa não tem.Ella o que tem, meu amor O cheiro, a côr e mais nada.Confessa, rosa animada Que és outra casta de flôr.

trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca harmonia Occorre-me um pensamento, Que me dá uma pancada O coração de tal modo, Como se o rochedo todo Desandasse na chapada.Era a voz da consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia A razão com que me opprime.

Pobre musgo, descuidado, Sem olhos para chorar, Sem poder alliviar Com seu pranto um desgraçado, Consolar-se e consolar Fallas mais a meu agrado Que o livro mais afamado D esses livros, que em lugar De nos dar consolação, Nos fazem cahir no chão Um pranto mal empregado, E inda mais amargurado Nos deixam o coração.

Não cabe Em nossa pobre lingua O que a alma sente, á mingua De voz, que só Deus sabe.Um dia, não sei que eu tinha...Uma tristeza tamanha E lembra-me ir á montanha, Que temos aqui vizinha, Onde em tempo me entretinha Horas e horas sósinha Quando ainda se não estranha Que n uma teia de aranha Se prenda uma innocentinha, Ou atraz d uma avesinha Se cance a vêr se a apanha.

embora o tempo gira.Um dia o botão, que aspira O ar da manhã...suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora, Abre o seio á luz que adora, Correm-lhe as lagrimas, chora...Chora o tempo que perdeu Porque elle, Emilia não teme Que a luz da aurora o queime Elle suspira, elle geme Por vêr a luz que o creou.

largo espaço Que te não vejo, espero Lhe contes o que eu passo N este aspero desterro Que assim que te não veja É noite fria e escura, Noite que mette inveja Á mesma sepultura Em acordando agora, O meu contentamento É vêr em cada aurora Um dia de tormento Podesse eu dar-te a prova Dos dias que me esperam, Lançando-me na cova Onde elles te pozeram Lançassem-me algum dia Ao pé, que de repente O coração te havia De ainda pular quente.

importa digam-no É pelo fructo que a oliveira escolho.Minerva brada o pai d homens e deuses, És quem, de todos, sabes mais sem duvida No que não luza...mal fundada gloria.Ora se não sei eu quem foi teu pai Fidalgo sei perfeitamente bem.

Amo-te a ti, e a Deus.Teus sonhos são riquezas Talvez e fasto.Os meus, És tu, que me desprezas.Deixal-o.Amor acaso É racional Não é.O fogo em que me abrazo É como a luz da fé Que além de cega, apaga O facho da razão.Ama-se e não se indaga Se se é amado ou não.

Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Com uma pá de ferro A terra que encontrou.Nem um só pé de trigo És lá capaz de vêr.Já eu disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento muito bem Serve-lhe de alavanca A rama que ellas tem.

Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Que pelo norte a bussola suspire E nelle só descance.Amam leões e tigres.Não ha nada, Anjo que a amor se esconda.Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada.Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa que eu te ame a ti, cara metade, D esta alma toda tua Maria vêr-te á porta a fazer meia, Olhando para mim de vez em quando, É o que n esta vida me recreia.